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Estrada de prata

Sara Augusto

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  • Queria ter a posição dos claustros…

    Queria ter a posição dos claustros…

      A luz e a pedra. Podia ser o título deste conjunto de fotografias. Resultou de uma inesperada e rápida visita à catedral de Viseu. Há lugares onde podemos voltar como se estivéssemos em casa. Queria ter a posição dos claustros A posição do monge antigo que os varre A posição do moribundo que pergunta…

    Sara Augusto

    21 de Agosto de 2015
    Fotografia, Pintura, sara augusto
    Catedral de Viseu, Daniel Faria, Departamento dos Bens Culturais, Diocese de Viseu, luz, Pedra, photography, Sara Augusto
  • O meu lugar

    O meu lugar

    To me, photography is an art of observation. It’s about finding something interesting in an ordinary place… I’ve found it has little to do with the things you see and everything to do with the way you see them. Elliott Erwitt Há lugares que me pertencem. Que estão dentro de mim. Nasci e cresci à medida…

    Sara Augusto

    7 de Julho de 2015
    Crónica, Fotografia, Reflexões, sara augusto
    Elliott Erwitt, photography, Sara Augusto, Serra da Estrela
  • Into the light

    Into the light

    Luz opaca onde as asas se ferem e o voo fica suspenso. Ana de Santa Cruz, Fábulas Octávio Paz, em 1973, no texto La mirada anterior, Prólogo a Las enseñanzas de Don Juan, de Carlos Castaneda, a propósito de uma curiosa citação de Michaux sobre o receio da “demasiada” publicação das suas obras, afirma: “Es…

    Sara Augusto

    12 de Junho de 2015
    Crónica, Fotografia, Poesia, Reflexões, sara augusto
    Ana de Santa Cruz, Carlos Castaneda, featured, fotografia, gaivota, luz, Michaux, Octavio Paz, Palácio de cristal, poesia, Porto, sombra
  • Saragraphs

    Como eu sou fantástica em começar coisas… e não as acabar. O que são saragraphs?

    Sara Augusto

    28 de Maio de 2015
    Fotografia, Uncategorized
    fotografia, Sara Augusto
  • Vanitas

    Vanitas

      Esta citação do Peregrino da América é uma entre muitas na multiplicidade da ficção alegórica e moral do barroco. Oh caduca belleza! Oh falsa vaidade! Como te considero tão depressa arruinada! De que te serviu a vida estribada em um engano com alentos de uma respiração, se havias de morrer de um suspiro? Ah infeliz!…

    Sara Augusto

    23 de Maio de 2015
    Emblemas, Ensaio, Fotografia, Literatura barroca, sara augusto
    Compêndio Narrativo do Peregrino da América, Emblema, emblemas, ficção alegórica, Literatura barroca, Nuno Marques Pereira, photography, Sara Augusto
  • Vita brevis

    Glórias, que hão de ser de tão pouca dura, para que é possuí-las? Felicidades tão momentâneas, para que é estimá-las? Formosura, que tão depressa se afeia, para que é idolatrá-la? Vida, que tão brevemente se acaba, porque que é prezá-la? Nuno Marques Pereira Compêndio Narrativo do Peregrino da América (1939, I: 284-285) Nos dias 26 e…

    Sara Augusto

    20 de Maio de 2015
    Emblemas, Ensaio, Eventos, Fotografia, Literatura barroca, sara augusto
    barroco, fotografia, Griso, Literatura barroca, Vita brevis
  • Nunca viste o mesmo céu

    Nunca viste o mesmo céu

    Nunca houve esta hora, nem esta luz, nem este meu ser. Amanhã o que for será outra coisa, e o que eu vir será visto por olhos recompostos, cheios de uma nova visão. Livro do Desassossego (fragmento 94). Sabes quantas vezes mais verás a primavera? Quantas vezes mais verás as rosas florir às dezenas no…

    Sara Augusto

    12 de Maio de 2015
    Crónica, Fotografia, Reflexões, sara augusto
    Cemitério de Agromonte, Livro do Desassossego, photography, Sara Augusto, tempo
  • O conto da aranha

    O conto da aranha

     Parou por breves segundos e teve uma iluminação, se é que uma aranha tem destas coisas que se abrem no espírito. Não quero mais uma ordem na vida e não posso viver no caos. Parei e olhei-a com mais atenção. Que raio, aranha, cala-te, cala-te, e enteia-te. Pareceu-me que sorria. Não sei bem como é que ela…

    Sara Augusto

    14 de Abril de 2015
    Ficção, Fotografia, Literatura
    photography, Sara Augusto, sorriso amargo, teia de aranha
  • A delícia da vida

    A delícia da vida

    (…) E eu morrendo! E eu morrendo, Vendo-te, e vendo o sol, e vendo o céu, e vendo Tão bela palpitar nos teus olhos, querida, A delícia da vida! A delícia da vida! Olavo Bilac, In extremis (…) O que adoro em ti lastima-me e consola-me: O que eu adoro em ti é a vida!…

    Sara Augusto

    3 de Abril de 2015
    Fotografia, Poesia, sara augusto
    Ana de Santa Cruz, efemeridade, photography, poesia, Sara Augusto, Vida
  • Daquela janela

    Daquela janela

    Daquela janela vê-se o mundo. O teu mundo interior, rasgado por luz, rio e gaivotas.  

    Sara Augusto

    26 de Janeiro de 2015
    Fotografia
    Mundo interior, photography, Porto, Sara Augusto
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