Largo Camões

Chama-se assim, o largo. E tem um dos templos mais bonitos de Macau, mais dourado ainda com o sol a baixar na linha do horizonte. E o outono corre sereno. No largo preparavam-se os pares e a música do Grupo de Danças e Cantares de Macau. Eu sabia o que procurava. Já fotografei bastante nestes […]

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Cinzas

Cortaram os trigos. Agora A minha solidão vê–se melhor. Sophia, O Nome das Coisas, 1977 Não é por estar do outro lado do mundo que as coisas do meu mundo me passam ao lado. Estas não passaram. Nem o incêndio que tudo levou na sua frente, nem as fotografias do Miguel Valle de Figueiredo que me ferem […]

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Arquivo de Macau: City. Impression

Passo regularmente pela galeria do IACM, na Avenida Almeida Ribeiro, muitas vezes sem saber que exposição que está a ser exibida. Desta vez, a exposição era de fotografias da cidade de Macau, registadas entre 1960 e 1990, desenhando arquitectura, lugares, quotidiano e pessoas que hoje já não existem da mesma forma. Vi as fotografias sozinha, tentando […]

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The camera tells its own truth

Procurei o Taipa Village Art Space na Taipa Velha. Estava fechado. Fui visitar o Museu da História da Taipa e Coloane, que estava aberto. Não pude fotografar, não percebi bem por que razão. De qualquer forma decorei as formas do junco. Depois voltei à galeria e vi a exposição do Hugo Teixeira, com todo o tempo […]

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Fonte de prata

S. João para ver as moças fez uma fonte de prata. As moças não vêm à fonte… S. João todo se mata.   Não me lembro de algum ano não ter havido S. João, de não ter havido procissão pela aldeia. Este ano foi para mim muito especial. Há de valer por todos os que […]

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O império do tempo

Dias diferentes são dias em que faço coisas que não costumo, em que me alegro, em que me zango, em que repito asneiras, em que faço asneiras novas, em que acerto em alguma coisa. Mas talvez isto seja o meu dia a dia… nada tem de novo. Hoje andei entre o Mosteiro de Fornos de Maceira […]

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Alma de sete cores

Tinha o céu da minha alma as sete cores, valia-me este mundo um paraíso, destilava-me a alma um doce riso, debaixo de meus pés brotavam flores! (João de Deus, “A Vida”) No dia 26 de fevereiro vou falar sobre João de Deus, a “alma de sete cores”, numa das salas do Museu Nacional Grão Vasco, […]

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