Inquietude
Não não te mexas, não fales, não respires não sintas Fica quieta fica inteira E mesmo assim as horas hão de achar forma de soprar e de espalhar a inquietude de que és feita. Ana de Santa Cruz, Poema III, Fábulas.
Não não te mexas, não fales, não respires não sintas Fica quieta fica inteira E mesmo assim as horas hão de achar forma de soprar e de espalhar a inquietude de que és feita. Ana de Santa Cruz, Poema III, Fábulas.
Quinta e sexta feira, na Universidade do Minho, decorre o colóquio O Imaginário das Viagens. Literatura, Cinema e Banda Desenhada, no auditório do Instituto de Letras e Ciências Humanas (ILCH), organizado pelo Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho (CEHUM). A minha intervenção, com o título À procura de imagens: Roma nas «relações» portuguesas … More À procura de imagens: Roma
Há fotografias que me fazem parar. Quando estou a fazê-las e depois e depois e depois. Não consigo distanciar-me do que vejo. Mais do que a beleza da composição, do abandono dos capitéis caídos, do perfeito «renascimento» dos arcos, da narrativa hagiográfica dos azulejos, cria-se uma cumplicidade que me faz sentar e pousar a máquina … More De perfectione
Por que é que um manuscrito datado de 1532 é copiado dois séculos depois, no correr do século XVII ou nos inícios do século XVIII? Quem foi este viajante que, saindo de Lisboa, visitou as principais cortes da Europa, onde viviam princesas de Portugal, como D. Beatriz, como D. Isabel, mulher do poderoso Carlos V? … More Narrativas da paisagem
Perguntei-lhe pelo cavalo branco, ele disse não ter nenhum. E a roupa de príncipe? Também não tenho. E o nome de príncipe? Também não. Tem um buquê de flores então? Tampouco o tenho. Mas isso é fácil de resolver, espera um bocadinho. Quando voltou, trazia escondido atrás do corpo um buquê de flores do campo, … More Eram lindas, as flores
Confesso. É só uma pontinha, assim miudinha, quase imperceptível… mas tem nome e chama-se vaidade. E lá estão pelo menos cinco volumes, alinhadinhos, entre o meu casal de Sargadelos, todos iguaizinhos, a dizerem que já cá estão e com muito gosto! Matias de Andrade não fala de «vaidade» mas fala abundantemente da «soberba», quase sinónimo. … More Mui comprida de soberba
Si ahora tú te vas Pronto descubrirás Que los dias son eternos y vacíos sin mi. Luz Casal, Un año de amor. Desenhar corações é uma coisa antiga. E simples. Quando olhei para a secretária e para a luz que nela incidia e peguei no verniz com que tentava arranjar as unhas, foi um coração … More Story of a heart
Domingo à tarde (não, não se trata de Fernando Namora nem de António de Macedo…), um dia lindo, de um sol calmo e leve e quente. Tive de ir ao Centro de Saúde por coisas estranhas que me afligiram e a sala de espera estava cheia. Marquei a consulta e sentei-me. Isto vai demorar… suspirei. … More Domingo à tarde
Sempre gostei desta expressão utilizada por Baltasar Gracián, a «agudeza fingida», utilizada no Tratado segundo de la agudeza compuesta, no Discurso LV, última parte da Agudeza y arte de ingenio, publicado pela primeira vez em Madrid, em 1642 (Baltasar Gracián, «Agudeza y arte de ingenio», in Obras Completas, Madrid, 1944). Pela ficção, anunciada como processo … More Agudeza fingida
«Em 1740, a Congregação do Oratório conhecia um novo impulso em Viseu, com a eleição de D. Júlio Francisco de Oliveira, o primeiro bispo oratoriano português, a quem Matias de Andrade dedica a Guerra Interior. Conhecedor da vivência urbana e de uma corte marcada pela ostentação, com fortes ligações ao poder real e aos círculos … More Qual outro cume do monte Olimpo (1740-1765)
A CHINA ALÉM DA CHINA
Ponto Final
por Cristina Ribeiro
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La belleza es la percepción de algo en su contexto adecuado.
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Sara Augusto
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O que vai na cabeça de uma mulher?
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ARTE e CULTURA
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