Daquela janela
Daquela janela vê-se o mundo. O teu mundo interior, rasgado por luz, rio e gaivotas.
Daquela janela vê-se o mundo. O teu mundo interior, rasgado por luz, rio e gaivotas.
Tenho pensamentos que, se conseguisse realizá-los e torná-los vivos, acrescentariam uma nova luz às estrelas, uma nova beleza ao mundo e um maior amor ao coração dos homens. Livro do Desassossego. Parei ao lado e estendi a mão… e toda aquela luz e cor, como vidro soprado no forno, caiu no chão, multiplicada em bolas … More Francesco
Ouve o que diz a mulher vestida de sol quando caminha no cimo das árvores «a que distância deixaste o coração?» José Tolentino Mendonça, A que distância deixaste o coração Passaram dois anos. Tenho andado mais por veredas e caminhos sombrios que por largas avenidas luminosas, mas da sombra vem a luz e a criação, mesmo … More Dois anos
E porque tudo nasce e lacera o teu corpo de embriaguez, e tudo é espanto e paisagens abertas – tu és a boca do sol. João Rasteiro, Salamanca ou a Memória do Minotauro, 2014. Escolhi este poema do livro porque foi aquele que o João já escolheu para uma das fotografias deste grupo, agora … More Salamanca ou a Memória do Minotauro
Esta é, discreto peregrino, a relação da minha história, em que fui dilatado, para vos mostrar a variedade, que o mundo faz com suas mudanças, o pouco prémio, que interessa, quem o segue, o como no melhor falta, como só o buscar a Deus é caminho seguro, estrada prateada sem perigos, vida, em que só … More Where is my silver road?
*** Hamlet observa a Horácio que há mais cousas no céu e na terra do que sonha a nossa filosofia. Era a mesma explicação que dava a bela Rita ao moço Camilo, numa sexta-feira de novembro de 1869, quando este ria dela, por ter ido na véspera consultar uma cartomante; a diferença é que o fazia por outras palavras. Machado … More The question
Well, I like to do some things the old-fashioned way. (James Bond) Sometimes the old ways are best. (Eve) Skyfall, 2012. Fico muitas vezes quieta a ver o céu e o bailado das nuvens tocadas pelo sol do fim do dia. Únicas e infinitas, cavalinhos a correr pelo azul, tartarugas lentas, navios naufragados, ramas … More Skyfall
*** Soprou e rompeu-se o fio. A partir de agora vou ser o caos, disse a aranha, castanha, quase ruiva, do tamanho de um botão. E o mundo dela mudou. Passei e vi como mudava. Acabou enrolada no caos, exausta, depois de horas exultantes de fios soltos ao vento. Fotografei o caos da aranha. Mirror, my mirror.
*** Para mim o insólito tem a ver com um processo mais ou menos nítido de desmarginalização. Esbater linhas que definem limites. Criar espaços ambíguos. E… sempre, criar novos sentidos.
*** Às vezes dura menos de um segundo aquele olhar sobre as coisas. O segundo olhar é mais demorado… calcula, avalia, ensaia e deleita-se. Sei que vou conseguir uma fotografia que me agrada quando sinto esse deleite dentro de mim. É assim como um contentamento antecipado de uma coisa boa, de um acontecimento esperado, uma … More Little sun
A CHINA ALÉM DA CHINA
Ponto Final
por Cristina Ribeiro
Um espaço de partilha...
Em debandada!
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Portefólio
La belleza es la percepción de algo en su contexto adecuado.
Vemos a Arte com arte
Sara Augusto
Sara Augusto
All those moments, will be lost in time like tears in rain...
O que vai na cabeça de uma mulher?
Investigação, ensino e debate sobre temas queirosianos
Sara Augusto
ARTE e CULTURA
(in)FORMAL | Escola Prática de Fotografia