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Desvio o olhar da serra, quase névoa de luz, para o caminho. Baixo-me e observo. Sento-me no muro e tenho cuidado com o que piso. Cada vez gosto mais de fotografar jóias. Esmeraldas iluminadas e topázios cor de fogo e mel. Nunca mais fui apenas capaz de olhar em volta. Agora vejo.
Quem me dera guardá-las e trazê-las no colo.


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